Tuesday, August 23, 2005

Software Factories/Workbenches

O tema de software factories (e Domain Specific Languages) tem estado a surgir em força, a meu ver ligado em parte à necessidade de aumentar a produtividade no desenvolvimento de software, bem como a temas como geração de código.


Do que já li sobre o assunto, destaco o seguinte:


Language Workbenches: The Killer-App for Domain Specific Languages? (by Martin Fowler)
Artigo muito interessante que descreve a visão do autor sobre Language Workbenches (o nome que dá às "Software Factories"). De resto, a grande maioria dos artigos dele são de leitura muito interessante.


The Case for Software Factories, by Jack Greenfield (Microsoft)
Sobre a motivação para SF's, que saiu no Architect's Journal.


Software Product Lines, Software Factories, Guidance Automation Toolkit and Domain Specific Languages (PDF), by Clipcode
Também introdutório/motivacional, mas tem vários links interessantes a visitar.


Software Factories Assembling Applications with Patterns, Models, Frameworks and Tools (PDF), by Jack Greenfield and Keith Short (Microsoft)


E o livro, na Amazon: Software Factories: Assembling Applications with Patterns, Models, Frameworks, and Tools, por Jack Greenfield, Keith Short, e outros.


Para quem já tem o VS2005 Beta 2 instalado, um conceito muito interessante - parte integrante das funcionalidades de "SW Factories" - é o do Guidance Automation Toolkit, que permite programar/configurar extensões para o VS2005. Um exemplo clássico é ter um "wizard" de criação de uma nova Solution, que depois de pedir alguns dados ao utilizador, gera projects para Data, Business, Service, etc., preenche configurações como a Strong Key e a Company, gera código de acesso a dados, inclui as classes da Enterprise Library, etc. A primeira vez que ouvi falar disto foi na conferência de Patterns&Practices em 2004 em Reading (UK), numa apresentação sobre o EDRA pelo Wojtek Kozaczynski, e motivado inicialmente pela complexidade de configuração desse desenvolvimento. Este é um dos sites de referência sobre o GAT (o blog do Cazzulino é o outro).


A terminar, duas notas soltas:


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